

"Não te amo mais.
Estarei mentindo se disser que
Ainda te amo como sempre quis.
Ainda te quero como sempre quis
Tenho a certeza que
Nada foi em vão
Sinto dentro de mim que
Não significas nada
Não podia dizer jamais que
Alimento um grande amor
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais"
(por:fonte desconhecida)
PP: Agora lê, o poema, de baixo para cima.
Nada nem ninguém está garantido. Erra, e condena-se a ouvir o poema de alto a baixo, quem se acomoda e assim pensa. Há que conquistar as nossas relações um pouquinho todos os dias, esta é a grande maldição e dádiva do amor humano, só deste modo poderemos deleitar-nos ouvindo (ou sentindo nós próprios) o poema de baixo para acima.
Aos nossos mais pequeninos, convém desde cedo instruí-los para que saibam que não é com vinagre que se apanham moscas!!
E assim continuam as minhas "sérias" divagações de sofá, (iniciadas em Outubro, por este andar posso abrir uma rubrica dedicada).
Hoje sopra forte o vento lá fora. Aparentemente, por este escrito, entrou-me na cabeça e rodopia frenético dançando com as minhas ideias desvairadas e rodopiando com os meus neurónios tontos. Hoje é a dança do vento, amanhã... logo se vê ;-)

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