segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Poema Genial do des/Amor humano






"Não te amo mais.

Estarei mentindo se disser que

Ainda te amo como sempre quis.

Ainda te quero como sempre quis

Tenho a certeza que

Nada foi em vão

Sinto dentro de mim que

Não significas nada

Não podia dizer jamais que

Alimento um grande amor

Sinto cada vez mais que

Já te esqueci!

E jamais usarei a frase

EU TE AMO!

Sinto, mas tenho que dizer a verdade

É tarde demais"

(por:fonte desconhecida)


PP: Agora lê, o poema, de baixo para cima.

Nada nem ninguém está garantido. Erra, e condena-se a ouvir o poema de alto a baixo, quem se acomoda e assim pensa. Há que conquistar as nossas relações um pouquinho todos os dias, esta é a grande maldição e dádiva do amor humano, só deste modo poderemos deleitar-nos ouvindo (ou sentindo nós próprios) o poema de baixo para acima.
Aos nossos mais pequeninos, convém desde cedo instruí-los para que saibam que não é com vinagre que se apanham moscas!!

E assim continuam as minhas "sérias" divagações de sofá, (iniciadas em Outubro, por este andar posso abrir uma rubrica dedicada).
Hoje sopra forte o vento lá fora. Aparentemente, por este escrito, entrou-me na cabeça e rodopia frenético dançando com as minhas ideias desvairadas e rodopiando com os meus neurónios tontos. Hoje é a dança do vento, amanhã... logo se vê ;-)

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